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Nos dias 22 e 23 de agosto o SINTTEL/RN participou de reunião realizada com representantes da SEREDE/REDE CONECTA e com dirigentes sindicais de Alagoas, Bahia, Amapá e Roraima. A reunião foi realizada conforme compromisso firmado por ocasião da celebração do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2021. Empresa e Sindicatos se comprometeram a realizar reuniões periódicas para avaliar e discutir temas pertinentes às relações de trabalho.

Nesta primeira rodada, o tema principal foi a apresentação do programa de participação nos lucros e resultados da companhia para 2019. Em linhas gerais, o programa mantém todas as regras e condições do programa do ano anterior, que resultou no pagamento de um prêmio médio de 0,71 salários.

Para 2019 o atingimento de todas as metas resultará no pagamento de 0,6 salários, proporcionais ao número de meses trabalhados no ano, sendo que o valor final do programa poderá variar entre 0 a 1 salário, a depender dos resultados alcançados. O prêmio será apurado considerando a nota da empresa e o índice de absenteísmo individual, medido pela quantidade de faltas injustificadas. A nota da empresa será calculada a partir de uma cesta de oito indicadores. Esta proposta será discutida e avaliada em assembleia que será convocada em breve.

Outro tema debatido na reunião foi o modelo de apuração e pagamento da remuneração variável, cuja aplicação frequentemente gera dúvidas nos trabalhadores, em razão da falta de clareza nas regras e condições do programa. A empresa se comprometeu em realizar novos encontros com os trabalhadores para explicar o modelo e responder todos os questionamentos.

Os problemas recentemente ocorridos em toda a Serede no acesso e validação do ponto foram questionados pelos dirigentes sindicais. Segundo a empresa, as falhas decorreram da migração de sistemas de gestão de pessoal e folha de pagamento, mas o registro de frequência dos meses de junho e julho serão ainda disponibilizados para validação dos trabalhadores neste mês de agosto.

A bancada sindical denunciou o constante desenvolvimento de atividades profissionais durante o intervalo para refeição e descanso e reivindicou da empresa ações concretas para coibir a prática. Os dirigentes sindicais também cobraram resposta da empresa quanto a implementação da chamada “semana espanhola”, forma de compensação de jornada na qual o empregado trabalha 40 horas (cinco dias) em uma semana e 48 horas (seis dias) na outra, o que aumenta o grau de qualidade de vida dos trabalhadores, que podem desfrutar de um fim de semana completo a cada quinze dias.

Uma reunião específica para tratar de problemas operacionais no Rio Grande do Norte ficou agendada para o próximo dia 5 de setembro.

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