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O Maio lilás tem como objetivo de conscientizar a sociedade da importância da união e participação pacífica dos trabalhadores e trabalhadoras em atos coletivos para defesa de seus direitos, como forma de exercício da liberdade de união e expressão constitucional garantidos, nos incisos IV, IX, XVI, XVII, XVIII do ART. 5º, e da liberdade sindical, no ART. 8º caput, todos da Constituição da República de 1988.

O responsável pela iniciativa do Maio Lilás é o Ministério Público do Trabalho (MPT). O mês foi escolhido devido à comemoração do Dia do Trabalho.

A campanha deste ano tem como foco três temas especiais: importância dos sindicatos na defesa dos interesses de seus representados e, em consequência, a necessidade de os trabalhadores conhecerem e participarem das atividades promovidas pela entidade que os representa; práticas sindicais, em especial a valorização das boas condutas e o combate ás que forem antissindicais; e os dez anos de criação da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis), vinculada ao MPT.

A cor lilás é uma homenagem ás 129 mulheres trabalhadoras, que forma trancadas e queimadas vivas em um incêndio criminoso numa fábrica de tecidos, em Nova Iorque (EUA), em 8 de março de 1857, por reivindicarem um salário justo e redução da jornada de trabalho. No momento do incêndio, era confeccionado um tecido de cor lilás.

MPT em quadrinhos

O Ministério Público do Trabalho tem desenvolvido uma série em quadrinhos com “heróis” da vida real: aqueles que acordam cedo para construir o nosso país e que muitas vezes sequer conhecem os seus direitos.

A série procura levar a todos, de maneira lúdica, um mundo novo de direitos e saberes numa linguagem fácil e acessível, para que todos tenham acesso a informações atuais do cotidiano que ajudarão a incorporar os super poderes da informação e do conhecimento e a fazer valer os direitos e deveres.

A edição de número 34 da série discute o papel e responsabilidades dos sindicatos, explicando o que são, o que fazem e para que servem as entidades sindicais. Clique aqui e leia a edição.

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