Claro insiste na retirada de direitos

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Após um dia inteiro debatendo propostas e contrapropostas, a reunião realizada com a Claro no último dia 22 de novembro terminou com alguns avanços em relação às reuniões anteriores.

A empresa, entretanto, sequer oferece o reajuste integral da inflação do período nos salários e em todos os benefícios, quanto o mais o aumento real que seus trabalhadores tanto reivindicam, depois de anos de perdas salariais e congelamentos de benefícios.

E não bastasse isso, a Claro ainda quer manter inalterados os pisos salariais e retirar direitos, tudo para rebaixar o acordo ao nível das condições que pratica para os trabalhadores oriundos da NET.

A Claro também insiste em aplicar um modelo de PPR problemático, com elegibilidade de 90 (noventa) dias e uma meta do tipo “gatilho” que pode colocar tudo a perder, caso não seja atingida.

Confira a proposta da Claro:

• Salários: reajuste de 1,65%, exceto para gerentes e executivos;

• Vale Alimentação: 1,65%;

• Auxílio Creche: 1,65%;

• Piso salarial: ZERO de reajuste;

• Auxílio Educação Especial: ZERO de reajuste;

• Auxílio Doença: reduzir a complementação para 100 dias;

• Horas extras: transformar todas as horas trabalhadas a mais em banco de horas, sem nenhum acréscimo (mudança da Reforma Trabalhista);

• Excluir o adiantamento do 13º salário em fevereiro;

• Excluir a garantia de emprego ou salário pelo prazo de 30 dias após o retorno das férias.

Uma nova reunião foi confirmada para ocorrer no próximo dia 05/12

 

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